Os estoicos têm fama de gente fria, e é uma injustiça com a história. Sêneca chorou seus mortos, Marco Aurélio confessava o cansaço nas próprias anotações. O que eles recusavam não era sentir — era ser governado pelo que sentiam. Existe um intervalo entre o que acontece e a sua reação, e nesse intervalo mora quase toda a liberdade prática que a filosofia promete. Ele é pequeno, mas é treinável. Os textos abaixo trabalham as emoções mais custosas da vida adulta — a raiva, a ansiedade — não para apagá-las, mas para deixar de decidir por elas.
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Raiva estoica: corte o mal pela raiz com Sêneca
A emoção mais destrutiva e o método de cortá-la antes que ela cresça.
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Como dominar a raiva: o método de Sêneca para a calma interior
A prática detalhada, passo a passo, do que o texto anterior apresenta.
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Como vencer a ansiedade: zerar expectativas e viver o agora
A outra face: o sofrimento pago adiantado por um futuro que quase nunca chega.